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Prezados Noivos

A seguir, apresentamos as normas que regulamentam a contração e o trabalho dos profissionais durante a a celebração da cerimônia do casamento:

 

VI - ASSESSORIA AO EVENTO

6.1 – A Assessoria ao evento poderá ser contratada, desde que conste no guia de profissionais credenciados, a fim de evitar interferências e transtornos nos trabalhos da Igreja e de seus funcionários.

6.2 – Caso os noivos optem por outro profissional de assessoria não credenciado, esse profissional deverá entrar em contato com a secretaria paroquial  a fim de receber as devidas orientações para realizar o seu trabalho.

VII - DECORAÇÃO

7,1 – Os noivos deem preferência para contratar os profissionais que estão cadastrados no Guia, de modo a evitar danos ao patrimônio da Igreja e assegurar que a decoração a ser executada guarde sintonia com a celebração matrimonial. Outros profissionais também poderão ser contratados pelos noivos, desde que sejam devidamente avisados que, com uma semana de antecedência, deverão se dirigir à secretaria para conhecerem as normas e efetuarem o pagamento de uma CONTRIBUIÇÃO para as obras sociais da Paróquia, cujo valor está fixado em R$ 1300,00, conforme divulgado no site da Paróquia.

7.2 – Quando houver mais de um casamento no mesmo dia, as despesas de decoração deverão ser rateadas entre os casais. Nessa hipótese, os casais cujas celebrações estejam agendadas para a mesma data, deverão escolher de comum acordo o tipo de decoração a ser executado e os profissionais

7.3 – É recomendável fechar contrato com a empresa de decoração, apenas com 05 (cinco) meses de antecedência do casamento.

Nota: As empresas não podem forçar as noivas a fecharem contrato antes do tempo determinado pela Paróquia (três meses antes do matrimônio). Caso isso ocorra, comuniquem imediatamente a Secretaria.

  7.4 – O Casal que contratar a decoração, sem a concordância dos demaisarcará com a totalidade dos custos sozinho. Ademais, os casais com celebração agendada para a mesma data deverão concordar com o tipo de decoração escolhida.

  7.5 – É proibido colocar arranjos nos bancos da Paróquia (para evitar manchar os mesmos), assim como no teto e paredes. Só serão permitidos se colocados sobre colunas ou pedestais. Caso haja necessidade de prender as colunas, deverão fazê-lo com fitilhos.

  7.6  Na entrada, na saída e durante a celebração é EXPRESSAMENTE PROIBIDO jogar arroz ou pétalas de flores (nem mesmo na porta da igreja, nem no jardim de entrada), devido ao risco de quedas e acidentes. Compete aos noivos avisar seus familiares e amigos a respeito desta vedação, respondendo diretamente pelos danos decorrentes da violação dessa determinação.

 VIII - CORAL / MÚSICA

8.1 – Os noivos deem preferência para contratar os profissionais que estão cadastrados no Guia, de modo a evitar danos ao patrimônio da Igreja e assegurar que a música contribua para o clima religioso da celebração matrimonial. Outros profissionais também poderão ser contratados pelos noivos, desde que sejam devidamente avisados que, com uma semana de antecedência, deverão se dirigir à secretaria para conhecerem as normas e efetuarem o pagamento de uma CONTRIBUIÇÃO para as obras sociais da Paróquia, cujo valor está fixado em R$ 1300,00, conforme divulgado no site da Paróquia.

 8.2 – A “sala de espera” tem por finalidade propiciar aos convidados um ambiente acolhedor e favorável ao encontro com Deus. As músicas instrumentais clássicas ou barrocas e as músicas sacras atingem com facilidade este fim e são as mais indicadas para este momento.

 8.3 – Para atingir esse objetivo e realçar a dignidade da celebração do Sacramento do Matrimônio, estabelecemos que, desde a sala de espera até a bênção final, as musicas serão clássicas, barrocas ou sacras, exceto para as daminhas que entrarem antes do início da celebração; o teclado só poderá usar sons de órgão ou piano e os instrumentos de percussão serão utilizados com efeito sinfônico apenas, sendo vedada a condução de ritmo (bateria). Após a bênção final, as músicas estarão liberadas das regras anteriores, desde que sejam condizentes com o ambiente religioso.

 8.4 – Lembramos aos noivos que é proibido o uso de som muito alto dentro da Igreja, pois contraria o objetivo do encontro sagrado: a harmonia.

 8.5 – Os corais devem cantar no piso da nave da Igreja (sem adentrar no presbitério).

 8.6 – Serão permitidos até quatro cortejos de entrada por evento e um cortejo de saída, assim como clarins nos degraus do presbitério na entrada da noiva (não no corredor da Igreja). Lembrar que, se os recém-casados quiserem que os padrinhos cumprimentem-nos parados e saiam, os mesmos deverão sair em seguida com a mesma música, para não caracterizar dois cortejos.

 8.7 – Na bênção das alianças deve ser cantada (nos casos em que forem contratados cantores; caso contrário, seja tocada) uma Ave Maria, se o casal for católico; caso um deles seja cristão de outra denominação, ou um deles não seja cristão, seja cantada ou tocada uma música sacra previamente aprovada pelo sacerdote.

8.8 – Em caso de comunhão dos noivos na celebração, sugerimos que se execute um canto ou uma música instrumental adequada, como, por exemplo: “Panis Angelicus” ou outro relacionado com a Eucaristia.

 IX - FOTO E VÍDEO

9.1 – Os noivos deem preferência para contratar os profissionais que estão cadastrados no Guia, de modo a evitar danos ao patrimônio da Igreja e assegurar que seja mantida a atenção na celebração matrimonial. Outros profissionais também poderão ser contratados pelos noivos, desde que sejam devidamente avisados que, com uma semana de antecedência, deverão se dirigir à secretaria para conhecerem as normas e efetuarem o pagamento de uma CONTRIBUIÇÃO para as obras sociais da Paróquia, cujo valor está fixado em R$ 1300,00, conforme divulgado no site da Paróquia.

 9.2 – Não é permitido parar os integrantes dos cortejos (noivos, pais, daminhas e padrinhos) para fotografá-los durante o cortejo de entrada, nem de saída.

 9.3 – Dentro da celebração, durante a Liturgia da Palavra – que compreende a Leitura, o Salmo, o Evangelho e a Homilia – só será permitido um cinegrafista fixo, no presbitério, ao lado dos padrinhos da noiva, com uma filmadora sobre os ombros (sem suportes, nem pedestais). Além disso, um fotógrafo e um cinegrafista poderão ficar no primeiro banco (sem luz e sem “flash”) sem movimentação. Caso queiram, um fotógrafo ou cinegrafista poderá ficar do lado de fora da Igreja. Nos demais momentos, os profissionais poderão movimentar-se livremente, desde que não atrapalhem o sacerdote.

  9.4 – Sempre que possível, utilizar duas câmeras para agilizar o término da celebração, principalmente nos cumprimentos, a fim de não atrasar os matrimônios seguintes.

   9.5 – Na saída, quando forem tirar fotos no jardim, sejam estas rápidas. Levem imediatamente os noivos para lá. Lembramos que é proibido dar uma volta no quarteirão e, depois, retornar à Igreja – principalmente no último horário de matrimônio.

 X - SALÃO DE FESTAS / BUFFETS

10.1 – Aplicam-se ao uso do salão de festas, as mesmas regras inerentes à celebração no que tange aos profissionais de Decoração, Coral e Foto e Vídeo. Os buffets não poderão indicar aos noivos, nem os noivos poderão contratar profissionais que não estejam cadastrados no Guia. Caso a festa seja realizada no Salão Paroquial, os buffets não poderão fechar pacotes que incluam profissionais não credenciados, nem indicar tais profissionais.

10.2 – As festas realizadas no Salão Paroquial, quanto ao horário de término, combinar com a secretaria. A área externa do salão só será aberta após o último casamento.

OBSERVAÇÃO: Após às 22h, há que serem respeitadas as normas e os limites sobre poluição sonora previstos pela municipalidade.

10.3 – Relembramos, também, que a responsabilidade de limpeza e abastecimento com materiais nos banheiros durante as festas é única exclusiva dos noivos. Portanto, a Paróquia não se responsabiliza pela falta de materiais ou de pessoas para executarem tais serviços.

10.4 – Para o uso do salão ficaram definidas as seguintes normas: não será permitido colar nada nas paredes, nem no teto do salão (nem delas descolar). Igualmente, sem prévia autorização e posterior recolocação é expressamente vedado retirar das paredes do salão, quaisquer quadros, avisos, extintores, setas indicativas e similares; a partir do momento que o salão for reformado, todos os objetos e materiais utilizados no salão (mesas, cadeiras, suportes para materiais decorativos, instrumentos e equipamentos musicais e afins), deverão ser protegidos por feltros para preservar o piso de ranhuras e riscos. É expressamente proibido utilizar as tomadas destinadas aos aparelhos de ar condicionado para ligar lâmpadas, holofotes, caixas de som, aparelhos foto-cinematográficos, computadores e outros equipamentos eletro-eletrônicos.

10.5 – Reserva de Salão: Deverá ser feita diretamente na secretaria, ou se preferir, pelos telefones: (11)3031-8554 ou (11)3032-2336. A capacidade do salão para coquetel é de 250 pessoas, e 160 pessoas para serviços com jantar.

10.6 – Música no Salão: É permitido somente som ambiente (ao vivo e dançante não).

XI – GERADOR

11.1 – Caso os noivos optem por contratar um gerador de energia, seja para a Igreja, seja para o Salão de Festas, o mesmo será estacionado na Avenida Professor Frederico Herrmann Júnior, nunca na Rua Vupabussu, devido ao ruído.

XII – CLÁUSULA PENAL

12.1 – O uso da Paróquia para as Celebrações Matrimoniais será autorizado mediante o pagamento de uma CONTRIBUIÇÃO  para os custos e para o auxílio às obras sociais da paróquia, cujo valor será informado na secretaria paroquial por ocasião da reserva. Essa contribuição também pode ser parcelada.

12.2 – Indenização por Pré-Fixação das Perdas e Danos (IPFPD). Respeitado o quanto disposto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, os Aderentes aos aderentes aos presentes Termos e Condições de Uso das dependências da Paróquia Cruz Torta para Celebração de Matrimônio pagarão em favor da Paróquia a título de pré-fixação das perdas e danos, uma indenização diretamente proporcional ao prazo faltante para realização da cerimônia de casamento, como segue:

(1)  20% do valor da Contribuição por Adesão, se a desistência de uso se der a mais de 12 (doze) meses da data assinalada para realização da cerimônia de casamento;

(2)  40% do valor da Contribuição por Adesão, se a desistência de uso se der a mais de 9 (nove) e menos 12 (doze) meses da data assinalada para realização da cerimônia de casamento;

(3)  60% do valor da Contribuição por Adesão, se a desistência de uso se der a mais de 6 (seis) e menos 9 (nove) meses da data assinalada para realização da cerimônia de casamento

(4)  80% do valor da Contribuição por Adesão, se a desistência de uso se der a mais de 3 (nove) e menos 6 (doze) meses da data assinalada para realização da cerimônia de casamento;

(5)  100% do valor da Contribuição por Adesão, se a desistência de uso se der a menos de 3 (nove)) mesesda data assinalada para realização da cerimônia de casamento

Nota 1: Nos casos de transferência de data da cerimônia de casamento, a IPFPD seguirá o mesmo escalonamento do item anterior em relação ao prazo faltante, reduzindo-se à metade os valores estabelecidos para o Cancelamento. Caso a transferência ocorra para um outro ano civil, os noivos também pagarão a diferença da Contribuição vigente naquele ano.

Nota 2: O cancelamento do salão, implicará na perda de 30% do valor, se o mesmo ocorrer até seis meses antes do dia agendado para a celebração do Sacramento do Matrimônio; se a desistência de uso se der a menos de seis meses, não haverá restituição de valores. (O critério para a devolução baseia-se na primeira data agendada)